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16/12/2015

Entrevista: Mary Oliveira – Italiano Espanhol (livro Um)


1°) Quais são as principais diferenças entre a Mari e a Mary escritora?
“As diferenças as muitas e colossais, eu acredito. *risos* A Mari é uma garota de dezessete anos que ama ler, ouvir música e é apaixonada por chocolate. Ela é mais realista. Como uma boa aquariana, ama a liberdade, a vida e tudo o que ela pode oferecer. É uma garota caseira, independente (ou quase), facilmente irritável e ansiosa. Embora goste de acreditar na teoria de que é corajosa, sua fuga são sempre os livros ou a escrita.

A Mary é mais ousada, extrovertida e até paciente, mas ainda assim também é independente e ama sua liberdade. Ela acredita no amor e no poder que ele tem de fazer duas pessoas ultrapassarem juntas qualquer barreira ou empecilho, ela acredita que a dor faz de uma pessoa mais forte e resistente a quedas e ao sofrimento. Apesar de tudo, ela é mais emotiva.”

2°) a escrita afetou a sua vida? Mudou muita coisa?

“Muita coisa. Definitivamente. Acho que eu, na verdade, me encontrei; me conheci de verdade depois que passei a escrever. Acho que a maior mudança foi eu ter deixado de me importar com o que muita gente pensa. Aprendi a filtrar de críticas o que me servirá e a descartar o que não me servirá.”

3°) De onde veio a ideia para o livro Italiano Espanhol?
“Sinceramente, eu não faço ideia. *risos* Foi minha primeira estória, então, eu acredito que tenha sido mais a junção de tudo o que eu gostaria de ver em uma estória. Eu queria uma personagem forte, um mocinho carismático, queria um trauma à ser superado, queria amigas loucas para minha personagem, queria que as cidades que eu amo (e gostaria de conhecer) fossem citadas e, por fim, comecei a escrever. Devo admitir que o primeiro manuscrito concluído é completamente diferente do que eu decidi escrever hoje, assim como a “primeira edição” (digamos assim) publicada, é o completo oposto do que é hoje.”

4°) Conte-nos um pouco sobre o livro Italiano Espanhol(Livro um).
“O livro conta a história de Guilhermo e Evangeline. Ela é uma CEO americana que viaja à Barcelona com representantes de outras duas empresas americanas que pretendem fechar um contrato com o Grupo D'Angelo. É dona de uma empresa de marketing e deve convencer a diretoria, o presidente e o vice presidente da D'Angelo, que o melhor para o grupo será a filial conjunta com sua empresa. No entanto, antes da primeira reunião, Evangeline fica presa no elevador do hotel que está hospedada e conhece um espanhol um tanto quanto arrogante. Com o sorriso sexy e sensual mais lindo que ela já viu. Os dois ficam quase quinze minutos presos, mas em metade deste tempo, Evy estava replicando com altivez a cada cantada do espanhol. Que foi demasiado insistente. No dia seguinte, a tão esperada reunião finalmente chegara. Guilhermo não acreditou que a vida pudesse ser tão generosa consigo. O vice presidente da D'Angelo estava, novamente, preso com a americana intrépida do dia anterior. Só que desta vez, ela não poderia fugir, pois queria mais que tudo fechar àquele contrato.

Manter Guilhermo afastado não foi fácil para Evy enquanto esteve em Barcelona, mas depois de voltar à Nova Iorque e perceber que não havia nenhum contrato impedindo-a de finalmente aceitar o que ele lhe oferecia, ela decide ao menos tentar não repeli-lo sempre. E em uma festa, Guilhermo lhe prepõe um acordo. Aceitar ou não algo que ia na direção contrária à que ela pretendia seguir com sua vida, era uma das decisões mais difíceis que Evangeline teria de fazer, mas não tão difícil quanto foi a partir do momento em que seu passado e seus segredos passaram a persegui-la novamente. Restava saber se ela conseguiria ou não, lidar com as sombras do passado e a nova chance para o futuro que lhe fora dada.
Enfim, é um romance policial com pitadas de mistério e cenas eróticas. Nada em excesso, acredito.”

5°) Os nomes “Guilhermo” e “Evangeline” são um tanto quanto diferentes, por quê esta foi a sua escolha para os nomes dos personagens principais?
“Exatamente por serem diferentes. *risos* O nome “Guilhermo” vi em uma novela mexicana (que nem lembro mais o nome), lá se escrevia “Guillermo” (mas não gostei dele escrito assim e simplesmente mudei). “Evangeline” eu vi em um filme. Amei o nome e logo que iniciei a escrita de Italiano Espanhol, lembrei deste nome e o coloquei.”
6°) O que os leitores podem esperar das suas estórias?
Muitos segredos, revelações, mais mistérios, superações, mocinhas fortes, pitadas dosadas de um envolvimento policial, às vezes um pouco de suspense, e claro, um pouco do bom e velho erotismo. Tudo escrito com muito carinho e dedicação.

6°) Quais são seus sonhos como autora?
“Como autora sonho em ter meus livros em livrarias de todo o país (e quem sabe até de outros países?), sendo vendidos, lidos e recomendados por leitores. Sonho em encanta-los e surpreendê-los cada vez mais. Sonho em um dia ser conhecida como autora e não como a garota que escreve para passar o tempo.”

4 comentários:

  1. Adorei a entrevista, Mary é um amor!
    Beijos!

    Sociedade do Esmalte

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  2. Tô doida com um kindle.
    Achei muito bacana a entrevista
    Blog.
    Facebook.

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  3. Oii,
    Adorei a entrevista e fiquei curiosa para conhecer esse 'Italiano Espanhol'.
    Sucesso para ela ♥

    tenha uma ótima sexta =D
    Nana - Obsession Valley

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  4. Olá Joice, tudo bem?
    Primeira vez que venho aqui no seu blog, já me inscrevi pra não perder os posts novos :)
    Ainda não tinha lido nada sobre a autora mas já vi o ebook Italiano Espanhol várias vezes lá na Amazon, não tive muita curiosidade em ler mas achei legal o modo como ela busca um futuro no que faz. Realmente as palavras são fonte de liberdade, com elas podemos ir a qualquer lugar...

    Um beijo!
    Adriana.
    Crônica sem Eira

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